Já estamos a bordo do voo G3 1862. Previsão para chegar a Porto Alegre: 23:40h.
Até daqui a pouquinho.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Último Free Shop
Todas as malas chegaram. Já passamos pelo último freeshop da viagem.
Agora vamos despachar as malas pra Porto Alegre e embarcar para o último trecho da viagem: de volta pra casa!
Agora vamos despachar as malas pra Porto Alegre e embarcar para o último trecho da viagem: de volta pra casa!
Último Freeshop
Último Freeshop
Último Freeshop
Último Freeshop
Em SP
Já desembarcamos em São Paulo. Estamos esperando as malas chegarem na esteira.
So far, so good.
So far, so good.
Em São Paulo
Em Amsterdã
Chegamos a Amsterdã. Atravessamos com pressa todo o aeroporto e encontramos o portão F5 onde já começara o embarque para nosso voo com destino a São Paulo. Dentro de instantes, embarcamos.
Hoje à tarde, em São Paulo, teremos uma parada de mais de quatros horas e terei tempo, se D-s quiser, de atualizar esse blog com as notícias da viagem. Nossa chegada em São Paulo está prevista para as 17:05h (horário do Brasil) e deixaremos a capital paulista as 21:45h com chegada prevista em Porto Alegre às 23:40h. Já estamos na fila do embarque.
Boa viagem para nós!
Hoje à tarde, em São Paulo, teremos uma parada de mais de quatros horas e terei tempo, se D-s quiser, de atualizar esse blog com as notícias da viagem. Nossa chegada em São Paulo está prevista para as 17:05h (horário do Brasil) e deixaremos a capital paulista as 21:45h com chegada prevista em Porto Alegre às 23:40h. Já estamos na fila do embarque.
Boa viagem para nós!
Correria no Aeroporto
Atravessando o Aeroporto de Schiphol
Aeroporto de Schiphol
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Palavras de Despedida
Confesso a vocês, que aqui me leem,
que todos os anos chego a este momento tomado de uma mesma sensação, embora a
cada ano as reflexões possam ser bastante diferentes – já que o mundo ao nosso
ao redor nunca é o mesmo e nós nunca somos os mesmos. Não é minha primeira
Marcha, mas cada Marcha é para mim especial porque única. Sem embargo, o
sentimento de que se completa aqui uma etapa e que algo muito grande nos uniu e
seguirá sempre nos unindo – esta sensação me é familiar. Por isso, nesse
momento, me vejo compelido a dizer algumas palavras de despedida e encontro
adequado repetir algumas das ideias que, nos últimos anos, me acompanharam no
encerramento de cada jornada.
Pois é, não parece, mas está chegando
ao fim. A Marcha da Vida está chegando ao fim. Amanhã, não acordaremos juntos
para o café. Essa experiência deixará, claro, marcas indeléveis em todos nós,
mas a fantástica sensação de se desconectar da realidade e mergulhar em um
mundo de intensas vivências e profunda reflexão - uma realidade tão envolvente
que nos faz esquecer a rotina (que parece estar tão distante) e nos permite
trilhar uma jornada a nós mesmos - essa está por terminar. Durante duas
semanas, é como se o mundo tivesse parado, como se não houvesse outra coisa a
fazer, a não ser viver com máxima intensidade o que está por vir – curtir ao
máximo ou se emocionar ao máximo. É como se todo esse dia houvesse sido criado
somente para que pudéssemos conhecer a história de um lugar, de uma pessoa ou
para que pudéssemos comemorar o Yom Haatzmaut – no resto do mundo apenas
cantavam os passarinhos e nada mais acontecia.
Mas aqui, cada dia vivido ao máximo –
e, não raro, acordávamos em uma cidade para pernoitar em outra. Aprendemos a
conhecer melhor nossos amigos, a dividir nossos sentimentos, nossas emoções.
Conhecemos pessoas incríveis, nossos guias, seguranças, motoristas, colegas de
outras partes do mundo que nos ensinaram muito ao longo do caminho e cuja
amizade levaremos conosco ao Brasil.
Para você, fiel leitor, isso
significa também que o blog se aproxima do seu fim. Foram centenas de fotos,
dezenas vídeos, mais de uma centena de postagens, tudo isso durante apenas duas
semanas – duas intensas semanas, nas quais estivemos distantes, porém mais
próximos do que nunca.
Acredito, portanto, que este é último
post que escrevo neste Blog. Ainda tentarei, bli neder e bezrat
Hashem, atualizar vocês na Holanda e em São Paulo, mas a correria
e as preocupações aeroportuárias certamente não me permitirão escrever mais do
que um punhado de palavras. Portanto, aproveito nossas últimas horas aqui em
Israel para escrever algumas palavras de despedida.
Sei que não são meus longos e mal
escritos textos, coalhados de anacolutos e imprecisos no estilo, que mescla e
alterna, sem prévio aviso, entre o formal e o informal, o real e o imaginário,
a razão e a emoção. Sei que o que atraem os fiéis leitores deste Blog é o
desejo de ver o brilho dos olhos e o sorriso dos rostos daqueles que amamos.
Entendo o que os leva a, antes de ler qualquer palavra, percorrer com olhos
frenéticos toda a página identificando com agilidade ímpar queridas faces numa
foto, mesmo em meio a uma multidão de outras tantas.
Não obstante, acredito que é adequado
fazer uma despedida (e assim reza também a etiqueta) – afinal de contas ficamos
juntos tanto tempo, sempre tão pertinho (apenas dez mil quilômetros de
distância), tão íntimos, dividindo nosso choro e nossa alegria, compartilhando
os detalhes de nossos dias e experiências – que não podemos nos despedir sem
dizer adeus. Chegou a hora de dizer adeus.
Amanhã não haverá mais Marcha, não
haverá mais Blog, nem museus, abraços, ou tomate e pepino no café da manhã. Não
haverá programação nem roteiro, mas nossa rotina, porque retomada. Não haverá
motivo para sentar diante do computador com uma xícara de café ou uma bebida
gelada para acompanhar, ansiosamente, as notícias da viagem aqui publicadas,
apreciando os sorrisos daqueles que amamos em meio a lindas paisagens que,
ao lado dos autênticos semblantes de alegria de nossos filhos, parecem tão sem
graça quanto cinzentos muros sob o céu nublado.
Amanhã, porém, estaremos ainda mais
juntos. Não haverá espaço no aeroporto para os abraços acumulados durante esses
últimos dias. Não haverá palavras para a alegria do reencontro. Será um
daqueles dias em que o tempo entre a aterrissagem e o desembarque se arrasta,
pesado como um paquiderme, e que a esteira de bagagens parecerá demorar uma
eternidade.
Por isso, aproveito esses últimos
momentos para agradecer e me despedir: Obrigado a todos os que fizeram desse
projeto um dos mais inovadores e bem sucedidos programas educacionais de nossa
comunidade – coordenadores, professores, madrichim, pais e,
principalmente, aos jovens tão especais que partilharam conosco estas duas
semanas. Obrigado ao Fundo Comunitário e ao Colégio Israelita que acreditaram
nessa ideia e estão fazendo algo muito especial e que vai transformar o mundo –
começando por transformar algumas vidas.
Agradeço ao Arthur e a Daniela que transformaram a Marcha numa experiência perfeita, com a alegria e a disposição que somente amigos de verdade apresentam com tal constância.
Principalmente, agradeço a minha
esposa, Débora, sem a qual não haveria para mim nem blog, nem viagem, nem
inspiração, nem alegria. É ela, de uma só vez, meu barco, minha vela e minha
âncora nesta e em outras jornadas. Durante estas semanas, dividiu seu tempo
entre a prática da medicina, o cuidado com os filhos, a casa, a comunidade –
sem deixar de dedicar-se de maneira impecável e irretocável a nenhum destes –
para permitir-me o privilégio de participar desta viagem. Sem ela eu não
estaria aqui (realmente não sei onde estaria...). Não se trata, em todo caso,
de um agradecimento, mas apenas de um reconhecimento, já que jamais poderei
ser-lhe grato suficiente por fazer de mim quem sou.
Penso que voltamos da Marcha mudados,
amadurecidos, mais conscientes de nossas responsabilidades e, principalmente,
sabendo valorizar mais tudo que temos: nossa família, nossos amigos, nossa vida,
nosso mundo – o mundinho e o mundão. Conhecendo um pouco mais sobre a vida, a
beleza da bondade e do amor e respeito ao próximo. Voltamos mais próximos dos
valores de nossa Torá e do judaísmo. Um pouco mais conscientes de nossa
responsabilidade para com o mundo.
Acredito que, em médio prazo, a
Marcha da Vida mudará o perfil de nossa comunidade, que contará com centenas de
jovens adultos que experimentaram essa vivência tão transformadora. Parece uma
ideia ingênua, utópica, mas acredito com firmeza que não se apagará dos
corações e das mentes desses jovens tudo o que viram, sentiram e aprenderam
durante essas duas semanas. Toda a história e a cultura de nosso povo,
transmitida desde imemoráveis gerações. Toda a dor e a alegria, todo o
conhecimento e toda a Torá. Tudo aquilo que nos compele a, com justiça, ter
orgulho de sermos quem somos. Sei que saberão utilizar tudo o que aqui
receberam para o bem de nossa comunidade, de nossa sociedade e do mundo. Sei
que o que viram aqui os inspirará a construir um futuro melhor.
Obrigado a todos vocês que vieram com
a gente para essa marcha. Nos vemos em casa.
No Free Shop
Já estamos no freeshop do aeroporto Ben Gurion. Agora são 3:30h da madrugada, nosso embarque começa as 4:10h, daqui a 40 minutos, o que nos deixa algum tempo para olhar as lojas e fazer compras (atenção pai: preparem-se para as faturas do cartão de crédito!).
Chegaremos de manhã cedo em Amsterdã e embarcaremos quase que imediatamente, às 8:25h (horário local na Holanda) para São Paulo. Tentarei, mesmo neste curto intervalo, postar uma mensagem aqui nesse espaço.
Agora, às compras!
Chegaremos de manhã cedo em Amsterdã e embarcaremos quase que imediatamente, às 8:25h (horário local na Holanda) para São Paulo. Tentarei, mesmo neste curto intervalo, postar uma mensagem aqui nesse espaço.
Agora, às compras!
Indo Embora :(
Freeshop
Freeshop
No Ben Gurion
Já estamos no aeroporto Ben Gurion, em Lod. Quase todos já fizeram o check in e, dentro de instantes, passamos à zona de freeshop do aeroporto.
Tudo tranquilo até aqui.
Tudo tranquilo até aqui.
No Ben Gurion
Atividade de Encerramento
Acabamos de fazer nossa atividade de encerramento no lobby do hotel. Subimos agora no ônibus, com destino ao aeroporto Ben Gurion, de onde decolamos para Amsterdã (e de lá para São Paulo e, finalmente, para Porto Alegre).
Tentarei atualizar o blog durante a viagem, sempre que possível, no aeroporto Ben Gurion (daqui a pouco), na Holanda e em São Paulo. Continue com a gente.
Tentarei atualizar o blog durante a viagem, sempre que possível, no aeroporto Ben Gurion (daqui a pouco), na Holanda e em São Paulo. Continue com a gente.
Vídeo do Último dia em Israel
Parece que foi ontem que postei aqui, nesse mesmo espaço, o vídeo intitulado "Israel dia 1", com cenas do nosso primeiro dia em Israel. O tempo correu, impiedoso, e divido agora com vocês o vídeo "Último dia em Israel". (pelo menos as cenas do último dia até agora)
Chegando a Tel Aviv
São 19:35h aqui em Israel, 13:35h aí no Brasil.
Já estamos chegando a Tel Aviv, onde vamos jantar, arrumar as coisas, fazer uma atividade de encerramento, tomar banho e sair para o aeroporto (não necessariamente nessa ordem...). É a nossa última noite em Israel e o final da segunda etapa de nossa jornada. Cansados, ainda temos muito pela frente.
Até mais.
Já estamos chegando a Tel Aviv, onde vamos jantar, arrumar as coisas, fazer uma atividade de encerramento, tomar banho e sair para o aeroporto (não necessariamente nessa ordem...). É a nossa última noite em Israel e o final da segunda etapa de nossa jornada. Cansados, ainda temos muito pela frente.
Até mais.
Katzerin
Nossa última visita em Israel foi à cidade de Katzerin, o coração do Golan. Lá, conhecemos uma aldeia do período do Talmud, que se revelou em escavações arqueológicas após a guerra dos seis dias, em 1967. Lá, é possível visitar a casa de uma família do período da Mishná totalmente preservada. Também visitamos a sinagoga do antigo povoado e aprendemos sobre a produção de vinho e azeite, principais atividades econômicas da época.
Monte Bental em Imagens
Estivemos há pouco no Monte Bental, onde almoçamos e aproveitamos a vista panorâmica no alto desta colina que, até a guerra de Yom Kipur (1973) servia de base do exército. Protegidos nos túneis do bunker construído na montanha, os soldados podiam daqui acompanhar quaisquer movimentações de exércitos sírios e adiantar preparativos para a defesa.
De lá, é possível ver o Hermon e avistar a fronteira com a Síria, logo ali ao lado. Compartilho com vocês algumas imagens de nossa parada no Monte Bental.
De lá, é possível ver o Hermon e avistar a fronteira com a Síria, logo ali ao lado. Compartilho com vocês algumas imagens de nossa parada no Monte Bental.
Bental
Bental
Pizza no Bental
Pizza no Bental
Tut Banana
Bental
Bental
Bental
Bental
Bental
Bental
Safed Candles
Em Tsefat, estivemos na loja de fábrica da Safed Candles, que produz velas artesanais das mais variadas cores e formatos. Se é possível fazer, eles fazem.
Vela Cogumelo
Arca de Noé
Velas Angry Birds
Vela Minion
Vela Violinista no Telhado
Velas
Artista Produzindo Velas
Velas
Vela "Ao Vovô com Amor" - Lessaba Beahavá
Primeiras Imagens de Hoje
Bom dia, Brasil. São 12:35h aqui, no Brasil o dia está começando, são 6:35.
Hoje viajamos para o oeste e nossa primeira parada foi Tsefat (Safed), a cidade mais alta de Israel, que erguer-se mais de mil metros sobre o nível dos oceanos, dominando o Galil superior.
Por fora, a cidade é rodeada por verdes montanhas que oferecem um panorama bucólico a quem caminha na antiga cidade. Por dentro, Tsefat é o lar de artistas e estudiosos que, assim como muitos outros, vem viver aqui em busca de espiritualidade e inspiração - seguindo o caminho aberto pelos grandes mestres da Cabalá que se estabeleceram na cidade, envolvendo-a com sua mística e injetando-lhe a alma que dá vida à cidade até hoje.
Por isso, caminhar por Tsefat é uma experiência diferente. Não se trata somente de estar cercado de centenas de anos de história ou de caminhar por pitorescas ruelas que, com sua beleza, simplicidade e tranquilidade, muito agradam quem está habituado ao caos urbano e ao barulho das grandes cidades. Andar por aqui é sentir a inspiração, a arte, a música, o judaísmo - sentir a alma da cidade - como se a atmosfera formasse um ente tão denso e presente no qual é possível tocar. Mas essa alma não impõe resistência e, ao tentar tocá-la, terminamos por penetrá-la e nos tornamos parte da cidade. Assim caminha-se pela rua, sentindo a "avirá", os ares da cidade, um ambiente de leveza e santidade.
Visitamos a sinagoga do Arizal, mestre da Cabalá e expoente do desenvolvimento espiritual e intelectual da cidade durante a Idade Média. Também fomos à sinagoga Abuhab onde, logo após nossa visita, ocorreria um bar mitsvá. Vimos a família, os convidados e o jovem caminhando e cantando por essas ruas tão especiais de Tsefat até chegar a sinagoga onde seria chamado na Torá.
A atmosfera de espiritualidade da cidade atraiu para cá muitos artistas, galerias de arte e lojas, servindo aos turistas do mundo todo que querem experimentar esses ares. Tivemos um tempo livre para percorrer as ruas da cidade e, claro, fazer compras.
Estamos agora viajando em direção ao Golan, onde faremos uma parada no Har Bental (monte Bental). Lá, vamos almoçar e aproveitar a fantástica vista da montanha para começar a conhecer as colinas do Golan.
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